O dia em que a minha FOTO virou lição de escola!
Existem conquistas que a gente guarda no peito com um nó na garganta, e essa foi uma delas. Por dois longos anos, precisei guardar um segredo que hoje, finalmente, pude revelar: uma fotografia que fiz do Emicida, lá no Theatro Municipal, foi escolhida pela Editora do Brasil para ilustrar um livro didático.
Um segredo de dois anos e uma lição de vida
Quem me acompanha sabe que minha história com o Emicida vem de longe, desde o clipe de "Triunfo" na mesma laje em que eu empinava pipa, lá na Brasilândia. Eu sempre fui aos shows dele, e sempre que dava levava a câmera "na cara e na coragem", sem credenciamento, e a vontade de registrar algo que fizesse sentido.
Saber que uma dessas fotos agora faz parte da educação de milhares de jovens é a maior prova de que não existem limites para onde a nossa arte pode chegar, independentemente das adversidades.

Por que isso importa para o meu trabalho hoje?
Ter um trabalho publicado por uma editora nacional não é apenas um "troféu" na estante. Isso diz muito sobre o que eu entrego para cada cliente que me contrata:
Compromisso com a verdade: Eu não busco apenas a foto bonita, eu busco o momento que conta uma história.
Resiliência e entrega: Se eu fotografei o Municipal sem credencial e cheguei a um livro didático, imagine o que posso fazer pelo seu evento com toda a estrutura ao meu favor.
Reconhecimento técnico: Uma editora exige critérios rigorosos de imagem. Isso garante que você está contratando alguém que domina cada detalhe da fotografia.
Gratidão é a palavra
Quero agradecer à Laboratório Fantasma pela parceria e à Editora do Brasil por enxergar valor no meu olhar. E, claro, a todos vocês que me incentivam a continuar acreditando que um simples clique pode, sim, ocupar espaços grandiosos.
Como diz a letra que guia minha trajetória: "Tenho sangrado demais, tenho chorado pra cachorro... ano passado eu morri mas esse ano eu não morro".